MANIFESTO PELO BOM SENSO
Por Pedro Marques
Hoje, nos tempos atuais é difícil definir o melhor lugar do mundo, é quase impossível. O capitalismo reina com mãos-de-ferro mundialmente e está em seu auge. Além de capitalista, vivemos em uma sociedade consumista e materialista. Hoje o ser humano vive em função do capital. O consumismo e o materialismo fazem parte da corte do capitalismo, que herdou a coroa do mercantilismo. Toda a pobreza, a fome, a miséria, são frutos do capitalismo, que se nega a reconhecer isso.
A desigualdade social e entre nações surgiu com o imperialismo ou neo-colonialismo, sustentado pelo darwinismo social, a doutrina que justifica tudo o que foi feito pelas potências na “missão civilizatória”.
Para um socialista ou anarquista, o capitalismo é o vilão de toda a história e outro sistema alternativo deve ser implantado imediatamente.
Karl Marx e Friederich Engels em “O Manifesto Comunista” propõem uma sociedade caracterizada por “ideal”, onde não há “desigualdades” e nem os outros problemas do capitalismo. Em suas teorias, chegam a propor o controle de todos os meios de produção pelo Estado. Além de concordar com o anarquista Bakunin, que dizia que o socialismo cientifico só formaria uma nova burguesia, devo acrescentar que tenho forte convicção de que o ser humano só produz, só evolui, sob pressão, sob concorrência, sob competição.
Essa é a vantagem que faz do capitalismo, mesmo com seus problemas e defeitos, o melhor sistema sócio-econômico que surgiu até hoje no mundo.
Mas como todas as coisas mundanas, o capitalismo não é perfeito, deixa a desejar, principalmente na questão social.
Temos de evoluir a partir das estruturas capitalistas, que se mostraram sólidas e eficientes. Não devemos começar do zero e nem “chorar o leite derramado”, mas sim apontar os problemas deste sistema e tratar de resolvê-los.
O grande problema do capitalismo, que seria a raiz de todos os outros, é a desigualdade social. Ao refletirmos sobre este problema e as atuais chamadas “soluções” para o mesmo, pensamos em uma palavra que nunca mais saí de nossa cabeça: Oportunidade.
Ao procurar uma melhor definição de “oportunidade” no campo político, encontramos as teorias e os ideais da Social-Democracia, que tem como objetivo criar uma sociedade igual, justa, onde todos tenham oportunidade. Devemos abandonar a política paternalista e adotar uma política social-democrata.
Terminada a análise, devemos fundir os ideais liberalistas aos ideais social-democratas. Seria o primeiro passo para a sociedade ideal.
Devemos acrescentar a palavra “desenvolvimento” à famosa frase “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”. O melhor lugar do mundo é onde todos tenham oportunidade, onde haja democracia, onde todos sejam iguais, onde haja a livre concorrência e a propriedade privada. Deve haver um meio termo, uma doutrina dotada de bom senso.
Eliminada a desigualdade, devemos reorganizar nossa sociedade novamente aos moldes da nova doutrina, fruto da social-democracia e do liberalismo.
Não haverá pobreza gritante, todas as nações estarão em pé de igualdade dando fim ao que neo-imperialismo praticado pelas atuais potências, não haverá guerras e nem miséria e fome.
Todos nós competiremos, mas de forma justa e saudável. Porque há competição saudável, há solução para os problemas do capitalismo.
Feito tudo isso, poderemos concretizar o sonho de um mundo melhor.
Por Pedro Marques
Hoje, nos tempos atuais é difícil definir o melhor lugar do mundo, é quase impossível. O capitalismo reina com mãos-de-ferro mundialmente e está em seu auge. Além de capitalista, vivemos em uma sociedade consumista e materialista. Hoje o ser humano vive em função do capital. O consumismo e o materialismo fazem parte da corte do capitalismo, que herdou a coroa do mercantilismo. Toda a pobreza, a fome, a miséria, são frutos do capitalismo, que se nega a reconhecer isso.
A desigualdade social e entre nações surgiu com o imperialismo ou neo-colonialismo, sustentado pelo darwinismo social, a doutrina que justifica tudo o que foi feito pelas potências na “missão civilizatória”.
Para um socialista ou anarquista, o capitalismo é o vilão de toda a história e outro sistema alternativo deve ser implantado imediatamente.
Karl Marx e Friederich Engels em “O Manifesto Comunista” propõem uma sociedade caracterizada por “ideal”, onde não há “desigualdades” e nem os outros problemas do capitalismo. Em suas teorias, chegam a propor o controle de todos os meios de produção pelo Estado. Além de concordar com o anarquista Bakunin, que dizia que o socialismo cientifico só formaria uma nova burguesia, devo acrescentar que tenho forte convicção de que o ser humano só produz, só evolui, sob pressão, sob concorrência, sob competição.
Essa é a vantagem que faz do capitalismo, mesmo com seus problemas e defeitos, o melhor sistema sócio-econômico que surgiu até hoje no mundo.
Mas como todas as coisas mundanas, o capitalismo não é perfeito, deixa a desejar, principalmente na questão social.
Temos de evoluir a partir das estruturas capitalistas, que se mostraram sólidas e eficientes. Não devemos começar do zero e nem “chorar o leite derramado”, mas sim apontar os problemas deste sistema e tratar de resolvê-los.
O grande problema do capitalismo, que seria a raiz de todos os outros, é a desigualdade social. Ao refletirmos sobre este problema e as atuais chamadas “soluções” para o mesmo, pensamos em uma palavra que nunca mais saí de nossa cabeça: Oportunidade.
Ao procurar uma melhor definição de “oportunidade” no campo político, encontramos as teorias e os ideais da Social-Democracia, que tem como objetivo criar uma sociedade igual, justa, onde todos tenham oportunidade. Devemos abandonar a política paternalista e adotar uma política social-democrata.
Terminada a análise, devemos fundir os ideais liberalistas aos ideais social-democratas. Seria o primeiro passo para a sociedade ideal.
Devemos acrescentar a palavra “desenvolvimento” à famosa frase “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”. O melhor lugar do mundo é onde todos tenham oportunidade, onde haja democracia, onde todos sejam iguais, onde haja a livre concorrência e a propriedade privada. Deve haver um meio termo, uma doutrina dotada de bom senso.
Eliminada a desigualdade, devemos reorganizar nossa sociedade novamente aos moldes da nova doutrina, fruto da social-democracia e do liberalismo.
Não haverá pobreza gritante, todas as nações estarão em pé de igualdade dando fim ao que neo-imperialismo praticado pelas atuais potências, não haverá guerras e nem miséria e fome.
Todos nós competiremos, mas de forma justa e saudável. Porque há competição saudável, há solução para os problemas do capitalismo.
Feito tudo isso, poderemos concretizar o sonho de um mundo melhor.
Obrigado leitor.
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Um comentário:
Parabéns pelo blog. Quem dera todos pensassem como você.
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